segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CONCURSO DE CARTAS

Caros alunos:
E se aproveitassem a interrupção das atividades letivas para escrever uma carta?
Com o tema "O mundo onde gostarias de crescer", os CTT e a ANACOM desafiam, mais uma vez, os jovens a escreverem cartas.

Prazo limite para envio dos trabalhos: 13 de fevereiro de 2015.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

O PRINCIPEZINHO - Trailer (2014)

O Principezinho, livro intemporal do francês Antoine de Saint-Exupéry, é a sugestão de leitura para a próxima interrupção de aulas. Aqui fica o trailer, como motivação para a leitura.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

AMOR É...

ilustração de Anna Laura Cantone (in, O que é o amor?, Davide Cali)

Amor é uma palavra forte que nos pode fazer levantar quando tombamos e fazer sorrir quando choramos. É uma palavra que transmite segurança, paz, felicidade.
As pessoas da minha idade não sabem interpretar a palavra amor. Pensam que o amor é o que se vê nas telenovelas e noutros programas da televisão.
Um exemplo de amor são os meus pais. Sim, eles mostram-me o que é amor e o deles é um exemplo a seguir.
Ensinaram-me uma frase que nunca esquecerei: “Amor só há um”. Por isso, adoro ver velhinhos de mão dada. Mostram que o amor é intemporal e é um nome não contável: só existe um no mundo.
Sofrer por amor? Isso não é amor!
As pessoas da minha idade sofrem por terem perdido o carinho dum rapaz ou duma rapariga a quem chamam namorados(as) mas, para mim, são simples amigos que precisam de atenção uns dos outros. Penso que nós só saberemos amar quando o amor nos bater à porta. O amor não é um sentimento obrigatório. Surge como o vento repentino. 
Há tantas frases, tantas palavras, tantos textos para dizer o que é amor, mas esse sentimento tem de vir de dentro de nós e de ser sentido espontaneamente. 
Mas, o verdadeiro amor é o dos pais pelos filhos. Nós, filhos, daríamos o mundo por eles. Eles são as nossas bases, são os nossos cobertores quentes no inverno, são o sol que faz brilhar o nosso dia, a lua e as estrelas que iluminam a nossa noite.

 Texto livre de uma aluna do 7ºC

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2014/2015

Este ano, o livro selecionado no concelho de Santa Maria da Feira para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura é Histórias da terra e do mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Sobre a obra, para apoio à leitura ver aqui.
Ler os contos, ali.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

"NATAL" - CONTO DE MIGUEL TORGA

Caros alunos do 8ºano, mais um desafio: pensar e comentar.
Este conto de Miguel Torga, que lemos na aula, foi escrito no século XX Atualmente, em pleno século XXI,quantos Garrinchas viverão o Natal sozinhos? E quantos terão a humildade e a coragem de sorrir apesar das adversidades? 
Ler o conto aqui

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ENTREVISTA A MALALA YOUSAFZAI

Depois de estudada a técnica da entrevista, a turma 8ºA, em grupos, elaborou um conjunto de perguntas que gostaria de fazer a Malala, se a pudesse entrevistar. Selecionadas as melhores, aqui fica a entrevista possível:

O Prémio Nobel da Paz foi ganho por uma jovem paquistanesa de dezassete anos, MalalaYousafzai. Desde criança, Malala pretende melhorar o mundo de forma a que todos tenham direito à educação. Como consequência, foi atingida com um tiro na cabeça, por talibãs num ataque contra o autocarro escolar em que seguia. No entanto, não perdeu a motivação e continuou a lutar pelo direito das raparigas irem à escola..
- O que é ser Malala Yousafzai?
- Que impacto teve na tua vida o Prémio Nobel?
- Por que motivo as raparigas não podem ir à escola no teu país?
- O que te levou a não desistires de lutar depois de teres levado um tiro?
- O que sentes quando relembras esse trágico momento?
- O que te levou a continuar a tua missão mesmo sentindo-te ameaçada pelos talibãs?
- Por que motivo escolheste o Reino Unido para te refugiares?
- Qual foi a tua intenção quando criaste o teu blogue? O que divulgas aí?
- O que sentiste quando o casal Obama te recebeu na sala oval?
- Se pudesses mudar o mundo, que medidas tomarias em primeiro lugar?




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Vais ler esta biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen e transformá-la numa autobiografia. Podes escolher o suporte que quiseres para apresentares o teu trabalho: power point, filme, registo áudio, cartaz...

Sophia de Mello Breyner Andresen, de origem dinamarquesa pelo lado paterno, nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1936 e 1939 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. 
Casada com Francisco Sousa Tavares, passou a viver em Lisboa e teve cinco filhos. 
Participou ativamente na oposição ao Estado Novo e foi eleita, depois do 25 de Abril, deputada à Assembleia Constituinte. 
Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreveu também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. A sua obra está traduzida em várias línguas.
Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. 
Temas recorrentes na sua obra são o mar e os jardins, espaços de paz e amplitude. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. O contacto com a Natureza marcou profundamente a sua obra, por ser um exemplo de liberdade, beleza, perfeição e de mistério e está presente nas alusões à terra (árvores, pássaros, o luar) e nas referências ao mar (praia, conchas, ondas). A cidade constitui outro motivo frequentemente repetido na obra da escritora. A cidade é um espaço negativo. Representa o mundo frio, artificial, hostil e desumanizado, o contrário da natureza e da segurança. A civilização grega é, também, uma presença recorrente na sua obra através da sua crença profunda na união entre os deuses e a natureza.
A sua actividade literária e política pautou-se sempre pelas ideias de justiça, liberdade e integridade moral. 
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa, e o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional precisamente a 2 de julho de 2014, dez anos após o seu falecimento. 

Alguns dos seus títulos
                  Narrativa: 
  • Contos exemplares 
  • Histórias da terra e do mar 
  • A menina do mar 
  • O Cavaleiro da Dinamarca 
  • A floresta 
  • O rapaz de bronze 
  • A Fada Oriana 
  • A noite de Natal 
  • A árvore

      Poesia



  • O Dia do Mar
  • Coral 
  • No Tempo Dividido 
  • Mar Novo 
  • Livro Sexto 
  • O Cristo Cigano 
  • Geografia 
  • Grades 
  •  Dual 
  •  O Nome das Coisas 
  •  Navegações 
  • Ilhas 
  • Musa 
  • O Búzio de Cós 
  •         
                     Teatro:



  • O Bojador 
  • O Colar  

  • Fontes: 
    http://www.portoeditora.pt/campanhas/sophia-de-mello-breyner-andresen [consultado em 19/11/2014] 
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophia_de_Mello_Breyner_Andresen [consultado em 19/11/2014]

    terça-feira, 18 de novembro de 2014

    domingo, 16 de novembro de 2014

    LER, LER, LER

    Caros alunos: 
    O que é que vos digo sempre? Temos de ser seres pensantes e a leitura ajuda. Quem não lê embrutece, não tem objetivos, não evolui.


    terça-feira, 11 de novembro de 2014

    S. MARTINHO - PROVÉRBIOS

    Caros alunos e caras alunas:
    Quem explica o significado deste provérbio? Porque hoje é dia de S. Martinho, espero as vossas respostas nos comentários.

    Mais provérbios sobre o S. Martinho, aqui.

    sexta-feira, 7 de novembro de 2014

    NOVO DESAFIO - COMENTÁRIO CRÍTICO

    O que pensas desta frase de José Saramago?

    Um comentário crítico é um texto onde podes dizer o que pensas sobre o tema e se concordas ou discordas das ideias levantadas pelo autor. Deves dizer quais são os pontos mais importantes e acrescentar algo ao tema, de forma original, com um sugestão, uma crítica ou experiência pessoal. 
    Para fazeres um bom comentário crítico deves ter em conta os seguintes pontos:
    1. Identificação dos problemas tratados;
    2. Enquadramento teórico/histórico/temático;
    3. Relação estabelecida com outros problemas/temas;
    4. Avaliação da pertinência e do rigor do texto que está a ser comentado;
    5. Redação dos argumentos a usar em frases com princípio, meio e fim para que se compreenda claramente a argumentação.

    sábado, 1 de novembro de 2014

    BIBLIOTECA ESCOLAR: UM MAPA DE IDEIAS

    A turma 7ºB também respondeu ao desafio: biblioteca escolar é um mapa porquê? Depois de uma chuva de ideias, surgiu o texto:
    "Assim como um mapa, a biblioteca orienta e dá cultura. Ela é uma fonte de informação. Nela procuramos as coordenadas para encontrarmos a direção correta e chegarmos ao destino, vivendo aventuras e descobrindo novos caminhos. 
    A biblioteca leva-nos a viajar por rios e oceanos, por vales e montanhas, por países e continentes e permite-nos observar o mundo. 
    Na biblioteca, localizamos as ideais dos outros o que nos dá saber.

    quinta-feira, 30 de outubro de 2014

    LEITURA EM SOPA DE LETRAS

    Uma boa sopa faz bem à saúde. Esta faz ainda melhor. Descobre porquê encontrando, na grelha, as doze frases (citações e/ou provérbios) sobre a leitura. Podes responder nos comentários.

    terça-feira, 28 de outubro de 2014

    BIBLIOTECA ESCOLAR: UM MAPA DE IDEIAS

    A turma 8ºA foi à BE para debater o tema "BE: um mapa de ideias", no âmbito da comemoração do Mês Internacional da BE. 
    Depois de uma "chuva de ideias" a partir da palavra MAPA, surgiram frases de vários alunos que, reunidas, deram este texto:
    "A criatividade é uma estrada que temos de percorrer. Se queremos aprender e evoluir, temos de atravessar pontes para encontrarmos os caminhos da cultura. 
     No mundo da informação, a navegação deve obedecer a coordenadas rígidas para chegarmos ao destino - o saber - sem nos perdermos.
    É na biblioteca que encontramos um oceano de ideias; ela ajuda-nos a localizá-las, organiza-nos o pensamento e orienta-nos para chegarmos ao conhecimento."

    quarta-feira, 22 de outubro de 2014

    CONCURSO DE FRASES

    Resposta dos alunos ao desafio lançado no Facebook pela autora do livro de poesia Alma, essência ou... momentos:
    "A casa das palavras é o livro. As palavras preenchem-nos a Alma, poetizam-nos a Essência e nascem Momentos singulares na biblioteca." - 7ºC

    "A biblioteca ajuda-nos a libertar a nossa alma e a nossa essência o que nos possibilita momentos mágicos, inesquecíveis. - Jéssica, 7ºC

    "O livro Alma, Essência ou... Momentos não é um sem-abrigo. Encontrou um lugar onde morar chamado biblioteca. É um amigo que nos faz bem à alma, liberta-nos a essência e inspira momentos." -  7ºB

    "Folheamos as palavras do livro que nos conforta a alma e nos liberta a essência em todos os momentos vividos na biblioteca. Então, o tempo para." - 7ºA


    quinta-feira, 16 de outubro de 2014

    CONCURSO DE ESCRITA CRIATIVA

    Vá lá, alunos! É a escrever que se aprende a escrever. Aproveitem, escrevam com criatividade e habilitem-se a ganhar prémios.
    REGULAMENTO

    sábado, 11 de outubro de 2014

    MALALA YOUSAFZAI, PRÉMIO NOBEL DA PAZ

    Quais são os meus alunos que vão comentar esta frase? Quero ver/ler/ouvir!

    sexta-feira, 10 de outubro de 2014

    PRÉMIOS NOBEL 2014

    Caros alunos:
    Ficaram conhecidas as pessoas que ganharam os Prémios Nobel da Literatura e Nobel da Paz, em 2014. São elas, respetivamente, Patrick Modiano e Malala juntamente com Kailash Satyarthi.
    Desafio-vos a procurarem saber mais sobre estas pessoas que, neste momento, são destaque, e a redigirem uma pequena biografia sobre elas, a incluir no portefólio (setor, os meus textos).

    quarta-feira, 8 de outubro de 2014

    CONTINUAÇÃO DE CONTO - 7ºB

    Depois da leitura de parte do conto "História da princesa Nurenahar", (uma das histórias das Mil e uma Noites) os alunos foram desafiados a completá-lo. 
    ETAPAS:
    1. planificação do texto (na aula)
    2. início da redação, primeiros parágrafos  (na aula)
    3. continuação e conclusão (em casa)
    4. leitura dos trabalhos de casa e  mistura dos textos dos alunos Tomás, João Costa, João Andrade, Ana Margarida (na aula)
    5. melhoramento do texto selecionado com sugestões da turma (na aula)
    6. publicação.
    Assim, os três irmãos dividiram-se. Hassan foi para a China, Hossein foi para a Europa e Ali para Jerusalém.
    Mal eles partiram, chegou ao reino um velho feiticeiro, muito experiente, de barbas longas e brancas; era bastante magro e tinha olhos de falcão; trazia um chapéu bicudo, uma capa remendada e um cão de aspeto bastante estranho.
    O velho encontrou um barracão na floresta e descobriu que ele tinha passagens secretas para o palácio. Imediatamente, urdiu um plano para lá entrar à socapa e lançar um feitiço para que todos passassem a obedecer-lhe e, assim, tornar-se rei.
    Entretanto, os três irmãos exploravam locais desconhecidos e longínquos. Hassan encontrou um vendedor de especiarias que tinham o poder de curar todas as doenças impossíveis de cura e gastou quase todo o ouro que o pai lhe dera na sua compra.
    Hossein, na Europa, descobriu que uma declaração de amor resolveria o dilema do pai e que todo o seu sentimento de eterno amor estaria no poema que comprou a um poeta famoso que encontrou.
    Ali, o mais velho, encontrou muitos objetos interessantes mas decidiu-se por uma trompa de marfim que o cativou. Tocada, esta trompa lançava um som mágico que quebrava qualquer feitiço.
    Enquanto Ali, Hassan e Hossein viviam as suas aventuras, o feiticeiro resolveu executar o seu plano. Começou a estudar os caminhos das passagens secretas do barracão e, através delas, foi parar aos aposentos de Nurenahar e, depois, aos do rei e lançou-lhes um feitiço. Seguidamente, lançou outro feitiço a todos os habitantes do reino. Nomeou-se rei daquele reino e todos começaram a obedecer-lhe, como tinha previsto.
    O tempo passou e chegou a altura de os irmãos regressarem. Quando já estavam muito perto do palácio, encontraram-se e chegou-lhes aos ouvidos que o reino tinha sido dominado por um feiticeiro. Decidiram, então, entrar no palácio, disfarçados de vendedores, e encontraram o feiticeiro sentado no trono. Conseguiram chegar junto dele e Ali pegou na trompa e dela saíram notas mágicas que quebraram o feitiço. Unidos, prenderam o feiticeiro numa masmorra do palácio.
    Um mês depois, Ali casou com a princesa Nurenahar numa sumptuosa festa.




    terça-feira, 7 de outubro de 2014

    CONTINUAÇÃO DE CONTO - 7ºC

    Depois da leitura de parte do conto "História da princesa Nurenahar", (uma das histórias das Mil e uma Noites) os alunos foram desafiados a completá-lo. 
    ETAPAS:
    1. planificação do texto (na aula)
    2. início da redação, primeiros parágrafos  (na aula)
    3. continuação e conclusão (em casa)
    4. leitura dos trabalhos de casa e seleção do melhor: o texto da Catarina (na aula)
    5. melhoramento do texto selecionado com sugestões da turma (na aula)
    6. publicação.
    Partiram, então, em direções opostas.
    Ali, o mais velho, cavalgou para norte e, meses depois, chegou a um deserto. Dunas altas como castelos, areia quente como fogo, vento seco e calor sufocante encheram o príncipe de espanto mas também de medo do desconhecido.
    Pensou desistir, mas logo lhe veio à memória a sua princesa. O seu olhar belo e cintilante fê-lo lembrar que o seu amor por ela era maior que o medo que sentia.
    Foi cavalgando, magicando no que lhe poderia oferecer. Pensou adquirir um objeto brilhante e visível ao longe e que ela pudesse usar para todos a verem.
    Nesse momento, o cavalo começou a correr em direção a uma lagoa e ambos se refrescaram. Quando Ali levantou a cabeça, algo entre os catos reluzia e pensou: “Achei o objeto que vai fazer da minha princesa a mulher mais feliz do mundo.”
      Já perto dos catos, viu uma pedra radiosa semelhante a uma rosa, de pétalas douradas e macias, e, sem hesitar, pegou nela com a certeza que tinha encontrado o objeto ideal.
    Na Europa, encontrava-se Hassan, o irmão do meio, que, durante um ano, cavalgou, viajou de barco e chegou à Itália. O país espantou-o com tudo de novo que lá viu. Nas ruas, vários homens sentados diante de uma tela usavam guaches e uma paleta, numa mistura de cores. As maravilhas que eles faziam com os pincéis deram-lhe a ideia de comprar o retrato da sua belíssima amada, pintado apenas através da sua descrição.
    Então, abordou o pintor que mais o fascinou.
    - Bom dia, poderia fazer o retrato da minha princesa apenas com uma descrição? – pediu Hassan.
    - Claro que sim! Fale-me dela. – disse-lhe o pintor.
    - Não há quem a iguale em beleza e perfeição. Ela tem um olhar como o de uma gazela assustada, a boca é igual às corolas das rosas e às pérolas, as faces parecem narcisos e anémonas.
    Horas depois, das mãos do pintor saiu uma mulher maravilhosa e Hassan pensou que tinha encontrado o objeto que faria da princesa a sua esposa.
    Hossein, cavalgando sem parar, chegou à Índia. Verificou que a cultura deste país era muito diferente da sua. As vacas passeavam-se pela cidade e as mulheres e homens usavam roupas brilhantes. Então, viu comerciantes que vendiam um pó, para ele desconhecido.
    - Desculpe, o que é isso, esse pó? – perguntou, cheio de curiosidade.
    - São especiarias. Quer provar? – esclareceu-o o vendedor.
    Então, Hossein experimentou os diferentes odores da canela e do caril, do açafrão e da pimenta.
    Nesse momento, ouviu alguém dizer:
    - Aqui! Venham! Vendo especiarias especiais!
    Houssein correu em direção à voz e leu num letreiro: “Especiarias mágicas”. Comprou uma porção pensando que encantaria a princesa com aqueles odores.
    Depois de todas estas aventuras, os três irmãos chegaram ao palácio mas tiveram uma má notícia. O rei anunciou que a princesa tinha sido raptada pelo príncipe vizinho, o maior rival do reino. Mas Hossein tinha a solução e declarou:
    - Eu tenho uma especiaria mágica que vai resolver a situação.
    Partiram de imediato e espalharam a especiaria pelo castelo onde a princesa estava presa. Esconderam-se e, quando perceberam que todos tinham adormecido, foram buscar Nurenahar que acordou depois de Hossein a ter beijado enquanto chorava.
    No dia seguinte, o rei fez uma grande festa e deu a princesa em casamento ao seu filho mais novo.

    CONTINUAÇÃO DE CONTO - 7ºA

    Depois da leitura de parte do conto "História da princesa Nurenahar", (uma das histórias das Mil e uma Noites) os alunos foram desafiados a completá-lo. 
    ETAPAS:
    1. planificação do texto (na aula)
    2. início da redação, primeiros parágrafos  (na aula)
    3. continuação e conclusão (em casa)
    4.  leitura dos trabalhos de casa e seleção do melhor: o texto do Hélder (na aula)
    5. melhoramento do texto selecionado com sugestões da turma (na aula)
    6. publicação.
    TEXTO:
    Então, os três irmãos partiram em direções diferentes.
      Ali cavalgou dia e noite porque queria ser o primeiro a chegar com um objeto raro e, assim, conquistar a princesa.
       Foi parar a uma terra com habitações e pessoas estranhas.
       As habitações, decoradas com janelas triangulares, tinham telhados em forma de cone. Por onde ele passava, via muitas pessoas parecidas entre si e de aspeto diferente do dele, de cor amarelada e olhos amendoados. Mas, Ali só pensava em encontrar o objeto que o faria ficar com a princesa. Eis que descobriu uma feira e pensou que aí estaria o objeto mais raro, mais singular e extraordinário. Andou de tenda em tenda e nada lhe atraiu a atenção. De repente, surgiu um homem com uma capa comprida de mendigo e mostrou-lhe uma caixa velha com um enorme rubi a brilhar. Apesar de ter uma grande fortuna e de estar habituado à riqueza, Ali ficou espantado com a beleza desta joia. Não hesitou e comprou-o com a certeza que iria casar com a princesa.
         Hassan viajou rumo à Europa. Mas, foi apanhado por uma forte tempestade e naufragou. Deu à costa e acordou numa ilha cheia de flores de várias espécies e de todas as cores do arco-íris. As pessoas eram muito simpáticas e prestaram-lhe auxílio. Hassan percorreu a ilha, ficando a saber que pertencia a Portugal, e ficou fascinado com as plantas. Aqui, existia uma planta rara, única na Europa, que fazia um chá milagroso. Hassan voltou para o reino contente com o seu achado mas na incerteza de conseguir casar com a princesa.
            Hossein cavalgou um longo ano e rumou à Índia onde encontrou uma floresta que parecia não ter fim. Choveu durante três messes e Hossein ficou dentro de uma gruta para se proteger do frio e da chuva. Quando podia, saía em explorações e encontrou um mineral raro. Nesse dia, o mau tempo acabou e ele pôde regressar a casa.
              Chegaram os três irmãos ao castelo e depararam-se com uma tragédia. A princesa estava muito doente e os três irmãos mostraram o que tinham trazido, na esperança que algum deles a pudesse curar. Mas, o rei não reagiu. A sua preocupação era salvar a princesa e não viu naqueles objetos a cura.
                Então Hassan insistiu para que a princesa bebesse o chá que mandara fazer com as ervas que trouxera. A princesa bebeu-o e começou a sentir-se melhor. Dias depois estava curada e a alegria voltou ao palácio. Estava escolhido o marido da princesa Nurenahar.
                  No dia do casamento, vieram pessoas de toda a parte. E a felicidade invadiu o reino, pois os outros irmãos também encontraram as suas princesas.  

    NOTÍCIA

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    domingo, 5 de outubro de 2014

    GUIÃO DE PESQUISA SOBRE HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

    Alunos (7ºA, 7ºB, 7ºC, 8ºA) fizeram pesquisa orientada sobre história da língua portuguesa, seguindo um guião de pesquisa,  no âmbito da comemoração do Dia Europeu das Línguas (26 de setembro). 



    OUTUBRO - MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR - PELO 7ºC

    Desafiados a definirem Biblioteca Escolar de forma criativa, todos os alunos do 7ºC responderam ao desafio. As melhores respostas são estas:









    fonte da imagem: clipart

    OUTUBRO - MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR - PELO 7ºB

    Desafiados a definirem Biblioteca Escolar de forma criativa, a maioria dos alunos do 7ºB respondeu ao desafio. As melhores respostas são estas:



    fonte da imagem: clipart

    OUTUBRO- MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR - PELO 7ºA

    Desafiados a definirem Biblioteca Escolar de forma criativa, a maioria dos alunos do 7ºA respondeu ao desafio. As melhores respostas são estas:



    fonte da imagem: clipart

    CONHECER A HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

    No âmbito da comemoração do Dia Europeu das Línguas, faz uma pesquisa sobre a língua portuguesa, seguindo o guião.

    TESTE DE DIAGNÓSTICO 8ºANO - CORREÇÃO

    Aqui fica a correção do teste de diagnóstico (manual Plural 8, Raiz Editora, páginas 18 a 20).

    Um jovem caranguejo pensou: "Porque é que na minha família todos andam para trás? Quero aprender a andar para a frente, e que a cauda me caia se eu não conseguir".
    Começou a exercitar-se às escondidas, entre os seixos do ribeiro natal, e nos primeiros dias a tarefa causou-lhe uma enorme estafa. Chocava contra tudo, machucava a carapaça e atropelava as pernas uma na outra. Mas, a pouco e pouco, as coisas começaram a correr melhor, pois tudo se pode aprender, quando se quer.
    Quando se sentia bem seguro de si, apresentou-se à família e disse:
    - Vejam isto.
    E deu uma magnífica corridinha em frente.
    - Meu filho - desatou a chorar a mãe - deram-te a volta ao miolo? Reconsidera, anda como o teu pai e a tua mãe te ensinaram, anda como os teus irmãos, que te querem tanto.
    Os seus irmãos, porém não faziam outra coisa senão troçar.
    O pai, depois de ter estado a observá-lo severamente por um bocado, disse: - Basta. Se queres continuar conosco, anda como os outros caranguejos. Se queres fazer as coisas à tua maneira, o ribeiro é grande: vai-te e nunca mais voltes.
    O bravo caranguejinho estimava os seus, mas estava demasiado seguro da sua justiça para ter dúvidas: abraçou a mãe, despediu-se do pai e dos irmãos e partiu ao encontro do mundo. 
    A sua passagem logo despertou a surpresa de um grupo de rãs que, como boas comadres, se haviam reunido para dar dois dedos de conversa em volta de uma folha de nenúfar branco.
    - O mundo anda às avessas - disse uma rã. - Olhem para aquele caranguejo e digam lá se não tenho razão.
    - Já não há respeito - disse uma outra rã. 
    - Apre! - disse uma terceira. 
    Mas o caranguejo seguiu em frente, é mesmo caso para dizê-lo, no seu caminho. A certa altura, ouviu chamar por ele: era um velho caranguejo solitário, de expressão melancólica, que se encontrava encostado a um seixo. 
    - Bom dia - disse o jovem caranguejo. 
    O velho observou-o prolongadamente, depois disse: 
    - Onde pensas tu que vais chegar com isso? Também eu, quando era jovem, pensava ensinar os caranguejos a andar para frente. E eis o que recebi em troca: vivo completamente só, as pessoas preferiram cortar a língua a dirigir-me a palavra. Presta atenção ao que te digo, enquanto é tempo: resigna-te a fazer como os outros e um dia agrader-me-ás o conselho. 
    O jovem caranguejo não sabia o que responder e ficou calado. Mas dentro de si pensava: "Eu tenho razão".
    E despedindo-se do velho com gentileza, retomou orgulhosamente o seu caminho. 
    Irá longe? Fará fortuna? Endireitará todas as coisas tortas deste mundo? Não sabemos, porque ele ainda não parou de caminhar com a coragem e a firmeza do primeiro dia. Apenas lhe podemos desejar de todo o coração: - Boa viagem! 
     Gianni Rodari, in Histórias ao telefone, Teorema
    Compreensão oral:
    1.b
    2.c
    3.a
    4.b
    5.d
    6.a
    7.c
    8.b
     Leitura/Escrita
    1.1 "Porque é que na minha família todos andam para trás?"
    1.2 O desejo de andar para a frente.
    2. O caranguejo, às escondidas exercita-se para poder andar para a frente.
    3. A família não quer alterações no hábitos, quer que a normalidade se mantenha inalterada.
    4. Para poder seguir o seu caminho e concretizar os seus sonhos; se ficasse, isso seria impossível por ser diferente dos outros.
    5. As rãs escandalizaram-se quando o viram andar para a frente. Elas simbolizam o preconceito, as pessoas conservadoras que não aceitam a diferença.
    6. O velho aconselha o caranguejinho a aceitar a opinião dos outros e a não insistir no desejo de ser diferente porque, no passado, fez o mesmo e acabou a viver na solidão.
    7. O jovem caranguejo é ousado e destemido, é corajoso e enfrenta tudo e todos para conseguir os seus objetivos que ele considera justos.

    sábado, 4 de outubro de 2014

    UM POUCO DE HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA



    in, revista Zona Y, nº97, março 2011

    BEM-VINDOS(AS) ÀS AULAS DE PORTUGUÊS

    Este é um blogue de e para os meus alunos de português. Um espaço que se pretende de partilha, de divulgação e uma fonte de conhecimentos.
    Aqui serão publicados textos informativos, exercícios de treino da língua portuguesa, trabalhos elaborados pelos alunos e, ainda, tudo o que disser respeito à escrita, à leitura e ao programa de português do 3ºciclo.
    Aqui serão dadas aulas... do outro lado das aulas.