domingo, 28 de fevereiro de 2016

IR À LUTA OU DEIXAR TUDO COM ESTÁ?

Este foi um desafio de escrita (no teste de avaliação!!!) lançado aos alunos de 9ºano. E os resultados surpreenderam, pela positiva, claro!

Lutar ou cruzar os braços? 
Na minha opinião, devemos lutar sempre por aquilo que queremos mesmo que seja a mais pequenina coisa. Por exemplo: lutar por um(a) namorado(a) de que gostamos muito e que estamos prestes a perder; lutar para conseguir uma boa nota num teste, ou em vários; lutar para adquirir um bom futuro, ou um bom emprego; lutar para que os nossos pais tenham orgulho em nós. 
Vamos partir do princípio que os nossos antepassados não tivessem feito nada daquilo que está nos manuais de História. Se calhar, ainda viveríamos na Idade da Pedra, ou talvez na Idade Média e que ainda atirávamos as águas residuais pelas janelas. Não é um bom cenário para nós, pessoas cultas e civilizadas. 
Devemos lutar para que haja renovação, a melhoria das coisas, mas, na sociedade atual, as pessoas só lutam por aquilo que convém, não sabem lutar por grandes causas, como por exemplo, a revolução do vinte e cinco de abril. Se os revolucionários, tivessem ficado em casa, a ver televisão, ou a ouvir rádio, ou a passar tempo com a família, ainda viveríamos em ditadura. 
Por isso, temos que ser como os Cavaleiros do Auto da Barca do Inferno: deixar de ser heróis e lutar por grandes causas. Causas que ajudem, de facto, a sociedade.
Fabiana, 9ºA