quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

REPRESENTAÇÃO DO AUTO DA BARCA DO INFERNO - TEXTO CRÍTICO

A peça “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, foi representado pela Companhia Arte d'encantar, em Matosinhos, e teve, no meu ponto de vista, um impacto enorme no público. É uma peça marcante.
Primeiramente, o espaço é muito agradável, quente e confortável. O som foi muito bem programado. As personagens retrataram fielmente o texto, respeitando as didascálias, a intensidade da voz, entre outras. No entanto, houve personagens que não atraíram tanto o público como outras. Começando pelo Diabo. É uma personagem alegórica e retrata o mal ligado ao Inferno. Na minha opinião, teve um papel fundamental no desenvolvimento desta representação, devido ao número de falas que teve de decorar e a sua expressividade. O Anjo é também uma personagem alegórica que representa o bem ligado ao céu e ao paraíso. Teve uma representação não tão boa como outras personagens. É uma personagem calma, mas não me seduziu. Também outras personagens como o Fidalgo e o Sapateiro estiveram muito bem nas suas representações. Mas foi o Parvo que deu luz ao espetáculo. Qualquer coisa fora do comum. Fantástico, esplêndido, maravilhoso. Não há palavras que o descrevam. Faz-nos rir com apenas o seu olhar. Para mim, um dos melhores atores que já vi. O cenário também contribuiu para o realismo da dramatização com jogos de luz e de sombra.
Uma das melhores representações a que já assisti.
Luís Príncipe, 9ºB (ano letivo 2016/17)

A peça Auto da Barca do Inferno, representada no Teatro Arte D´Encantar, em Matosinhos, é encenada por Bruno Cunha.
Primeiro, posso e devo dizer que a peça de Gil Vicente foi bem representada. Os atores estavam fabulosos, uma ótima dicção, uma bela caracterização. Bom trabalho dos técnicos de som e de luzes, das costureiras e maquilhagem que ajudaram a entender melhor a peça e a entender o estilo de vida do séc. XVI.
Em segundo lugar, a peça tem dez personagens-tipo e duas personagens alegóricas. As personagens alegóricas são o Anjo e o Diabo e as personagens-tipo são o Fidalgo, Onzeneiro, Sapateiro, Parvo, Frade Alcoviteira, Judeu, Corregedor e Procurador, Enforcado, Quatro Cavaleiros. Mas, para mim, o Parvo foi a melhor personagem, o ator encarnou bem, digo, todos encarnaram bem as personagens, mas o Parvo fazia-nos rir e ainda hoje me lembro das falas dele.
Em terceiro lugar, muitos dos atores encarnaram várias personagens o que demonstra um profissionalismo tremendo. Não é fácil representar várias personagens, várias falas, tudo faz com que o trabalho dos atores seja fabuloso e revele um grande talento.
Concluindo, adorei a peça que tem uma moral: temos de ser bons porque só assim é que vamos para o paraíso. Aconselho a irem ver. A peça diverte com a naturalidade dos diálogos. Parabéns pelo excelente trabalho! Obrigada por se esforçarem por nós!
Jéssica Barros, 9ºB

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

CUIDADO COM ELAS!

Microconto em 77 palavras, da Bruna Gomes, 9ºB.

- É melhor teres cuidado com a tua professora de português! Porque, se for como a minha, consegue ler-te! Sim, ler-te, literalmente. Lê-te os olhos, as palavras que não dizes. A ti e a toda a gente.
- Como?!!!
- Sinceramente, também não sei. Deve ser uma magia qualquer de outro mundo. Mas, com aqueles poderes, também não me atrevo a confrontá-la. É melhor pores-te em alerta vermelho. Não acreditas? Depois não digas que não te avisei! Elas são perigosas!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

HISTÓRIA COMUM - PALAVRAS CRUZADAS

Para testares a compreensão da leitura do conto "História comum", de Machado de Assis, resolve as palavras cruzadas, criadas por Paulo Freixinho, aqui.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR - DESAFIO AOS ALUNOS DE 8ºANO

Ricardo Araújo Pereira e seis alunos falam de bibliotecas e dos “crominhos que adoram ler”. Podes ler toda a reportagem aqui.
"Seis alunos, dos 11 aos 18 anos, encontraram-se há dias com o humorista Ricardo Araújo Pereira para lhe explicar por que é que uma biblioteca escolar é tanto uma “mini-casa” como uma janela para o mundo. Nesta sexta-feira estão novamente juntos para uma conversa mais alargada, numa conferência, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que assinala os 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares. "

E agora vem o desafio para os alunos de 8ºano:
Questiona família, vizinhos, amigos/colegas mais velhos e mais novos, professores e assistentes operacionias. Podes perguntar-lhes algo sobre:
  • a importância que tem para eles a biblioteca
  • o que lá fazem ou faziam enquanto estudantes
  • o que lá encontram/encontravam de forma a voltarem repetidas vezes
  • atividades dinamizadas que tenham interesse para a vida e que tenham deixado marcas (positivas e/ou negativas)
  • palavras que usam para descrever uma biblioteca
  • ....
Leva as perguntas e as respostas para a aula (em papel ou gravadas).

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

MARIA JUDITE DE CARVALHO - VIDA E OBRA

Maria Judite de Carvalho é a autora da crónica "Castanhas assadas", um texto a ler em sala de aula. Para saberes mais sobre a autora, clique aqui e/ou aqui.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CRÓNICA

Os pontos mais importantes a ter em conta sobre a crónica:
• Texto jornalístico que parte de situações do quotidiano;
• Assim como o repórter, o cronista inspira-se nos acontecimentos diários e dá-lhes um toque próprio, incluindo elementos como ficção, fantasia e crítica (que o texto essencialmente informativo não contém);
• O autor apresenta os acontecimentos diários e reflete sobre eles;
• É um texto curto e narrado na primeira pessoa, por isso apresenta uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista que transmite ao leitor a sua visão do mundo;
• O autor usa um tom sério ou humorístico, ligeiro ou polémico.


A ARTE DA CRÓNICA
por, João Pereira Coutinho, "Estado crítico", in Expresso, 23 de julho de 2005 (adaptado)

A arte resume-se em 10 leis fundamentais:
1. A crónica não é um género jornalístico; a crónica é um género literário.
2. A crónica pode partir da realidade, mas, não raras vezes, a crónica cria a sus própria realidade.
3. A crónica não é análise nem comentário; a crónica é confissão e hipérbole.
4. A crónica não pretende formar ou influenciar; a crónica deve entreter e, se possível, opinar.
5. A crónica não vive da especialização; a crónica vive da diversidade.
6. A crónica vale pelo estilo e pela substância; em caso de conflito, sacrifique-se a substância.
7. A crónica não pondera opiniões contrárias à sua; a crónica pondera apenas uma opinião que seja contrária às outras.
8. A crónica não está certa ou errada, a crónica está apenas bem escrita ou mal escrita.
9. A crónica é pessoal; a crónica é um prolongamento do ego.
10. A crónica deve ser tão fácil de ler como de esquecer.

sábado, 17 de setembro de 2016

BIOGRAFIA VISUAL

PRIMEIRO DESAFIO DO ANO LETIVO 2016/2017
Apresento-vos um ator recentemente premiado, Nuno Lopes. À imagem e semelhança do seu currículo visual, publicado na revista do jornal Expresso, faz a tua biografia visual: coloca no centro a tua fotografia atual e vai relembrando os momentos mais marcantes da tua vida, desde o nascimento.
in, revista E, a revista do Expresso, 17/09/2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

Para conheceres cinco curiosidades sobre a língua portuguesa no mundo segue o link.
Este é, também, um site onde podes aprender a escrever melhor e a tirar várias dúvidas sobre a nossa língua.

terça-feira, 24 de maio de 2016

NO MEU PEITO...

No meu peito há uma porta 
que me leva a uma escada 
quando por ela subir 
o mundo vou descobrir 

Muitas portas já abri 
muitas escadas trepei 
várias lições ouvi 
para poder contar o que sei 

No meu peito já não há portas 
nem mais escadas para subir 
tudo o que fiz até hoje 
foi sem medo de cair

Bruna e Paulo Marques, 9ºA