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terça-feira, 12 de maio de 2015

CARTA A UMA PERSONAGEM

E se, de repente, fosse possível ao leitor falar com a personagem do seu livro preferido ou com a personagem que mais o tenha marcado? Foi esse o pedido feito aos alunos do 8ºA. E a Renata escreveu a seguinte carta:


Arrifana, 6 de abril de 2015 

Querida Margo Ruth Spiegelmam,
Não eras um milagre. Não eras uma aventura. Não eras a coisa mais sofisticada, complexa e preciosa, como o Quentin pensava. Eras somente uma rapariga. E, como todas as pessoas, tinhas fendas. Simplesmente porque nos magoámos uns aos outros, as fendas formam-se e multiplicam-se. O naufrágio é inevitável. Mas é durante o tempo em que te começas a afundar e te naufragas completamente que vês, através as fendas, os outros navios. Vês o seu interior. Não é mais o recorte de papel da pessoa de papel que vive numa cidade de papel. É uma pessoa real que vive num mundo real.
É errado criar ideias das pessoas pelo que está no estore, temos de olhar pelo interior da sua janela. E tu ensinaste-me isto. A olhar as pessoas de outra forma. 
Com amor, 
 Renata 

NOTA: 
Margo Ruth Spiegelmam é uma personagem do livro Cidades de Papel, de John Green.

terça-feira, 7 de abril de 2015

PÁGINA DE DIÁRIO

O diário faz parte do programa de 8ºano. Depois de analisado um extrato de O mundo em que vivi, de Ilse Losa, foi pedido aos alunos que redigissem a página de um hipotético diário de Rose, no dia em que ela conheceu Paul.
A Renata, do 8ºA, imaginou esta:

19 de janeiro de 1937 
Waltraut! Foi a minha querida amiga Waltraut que fez o meu dia. 
A meio da manhã, ela passou em minha casa a avisar-me que iríamos sair esta tarde. Ao início, fiquei um bocadinho hesitante, estava a planear passar a tarde em volta da geometria descritiva, terei prova daqui a duas semanas. No entanto, ela não me deu outra alternativa. 
Fiquei apavorada quando reparei que o seu novo namorado, Paul, nos iria acompanhar. Mas estava eu a pôr em causa a minha nota a geometria para assistir a um encontro amoroso de um casal? 
A tarde de hoje tinha todas as probabilidades físicas e matemáticas para ser muito aborrecida. Mas não foi! Bastou um par de horas para perceber que não sairia indiferente daquele «encontro» com o rapaz loiro. 
Paul tentou puxar conversa comigo, ato que ignorei por completo. Como a avó sempre me disse «uma senhora deve ser como uma borboleta, bonita de ver, difícil de apanhar». Levo esta frase à risca não quero ser vista como uma oferecida, seria uma vergonha para a minha família. Além disso, ele acha-me feia, eu sei disso, não tirou os olhos de mim a tarde toda e isso arrelia-me. Já viste a minha sorte? Agora tenho uma paixoneta pelo namorado da Waltraut que, por acaso, me acha feia. 
Dias melhores virão. Tenho fé nisso. 
 Rose

quarta-feira, 1 de abril de 2015

TITON

Desta vez, o conto em 77palavras lido na Rádio Sim, pela escritora Margarida Fonseca Santos, é do Luís Príncipe, do 7ºC.

quinta-feira, 12 de março de 2015

PÁGINA DE DIÁRIO

Oficina de escrita: redigir uma página de diário.
A Ana Lima, do 8ºA, escreveu esta:

26 de abril de 2014 
Não dormi quase nada toda a noite! Estive sempre a pensar na forma como a Maria disse ao Henrique que está grávida, na maneira como a sua cara mudou para uma expressão zangada, a olhou com desprezo e lhe jurou que nunca mais a iria ver, na maneira como a vida pode mudar completamente em poucos minutos. A rapariga ficou destroçada. 
Espero que a minha relação com o David seja melhor do que a deles. Espero que ele me compreenda e consiga aceitar-me como sou. Mas parece que nenhum dos meus desejos se vai realizar… Ele tem estado a afastar-se de mim cada vez mais. Agora, até já estou à espera do dia em que ele vá acabar comigo, porque já nem acredito na nossa relação. Eu amo-o acima de tudo, apenas acho que ele não sente o mesmo e continuar com isto não seria certo. 
A verdade é que a adolescência é capaz de ser a pior fase da vida! Eu só tenho dezasseis anos e já devo ter sofrido mais do que a minha mãe em toda a sua vida. Às vezes, gostava de lhe poder confiar tudo, pois são estas pequenas coisas que nos unem mas acho que ela não iria perceber. 
São seis horas da manhã, consigo ver os raios de sol que entram descaradamente pelas frinchas da janela. Sinto que vai ser um belo dia mas para mim não. Irei ter de pôr um sorriso na cara e fingir que está tudo bem… de novo!

sábado, 3 de janeiro de 2015

SE EU FOSSE PROFESSOR...

Este desafio foi lançado aos alunos, no início do primeiro período. Aqui ficam algumas das frases, retiradas dos seus textos, que poderão fazer pensar.


  • Se eu fosse professora iria ser muito amiga dos alunos, iria ajudá-los a ultrapassarem as suas dificuldades sem desistir deles. 
  • Se eu fosse professor, queria que a minha escola fosse a mais limpa, com as melhores notas e com os alunos com mais educação do país ou, até, do mundo, quem sabe, pois os pais seriam também educados. 
  • Se eu fosse professora repreenderia os alunos mas não por qualquer coisa. Não os mandaria para a Direção pois poderiam desconfiar da minha competência. Nunca implicaria com eles senão ficariam ariscos e não me dariam ouvidos. 
  • Se eu fosse professor, no final do ano despedir-me-ia dos meus alunos como se fosse um atá amanhã. 
  • As professoras nem sempre ficam muito alegres mas, com pequenos gestos dos alunos, já ficam com sorrisos na cara. 
  • Se eu fosse professora, moldaria as suas mentes [dos alunos] e prepará-los ia para os anos seguintes, para eles se mentalizarem que teriam de trabalhar para atingirem os seus objetivos. 
  • Ser professor é uma tarefa complicada pois é preciso corrigir testes, dar notas e ser paciente; como professor, gostaria que os meus alunos fossem bons. 
  • Se eu fosse professora, faria com que todos os meus alunos gostassem de mim pois, assim, provavelmente todos me iriam dar mais atenção. 
  • Gostaria que os meus alunos, mais tarde, fossem bons profissionais e que se lembrassem de mim e da maneira como os ensinei. Sentir-me-ia, assim, orgulhosa e com a certeza de estar a contribuir um pouco para a sua formação pessoal.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

AMOR É...

ilustração de Anna Laura Cantone (in, O que é o amor?, Davide Cali)

Amor é uma palavra forte que nos pode fazer levantar quando tombamos e fazer sorrir quando choramos. É uma palavra que transmite segurança, paz, felicidade.
As pessoas da minha idade não sabem interpretar a palavra amor. Pensam que o amor é o que se vê nas telenovelas e noutros programas da televisão.
Um exemplo de amor são os meus pais. Sim, eles mostram-me o que é amor e o deles é um exemplo a seguir.
Ensinaram-me uma frase que nunca esquecerei: “Amor só há um”. Por isso, adoro ver velhinhos de mão dada. Mostram que o amor é intemporal e é um nome não contável: só existe um no mundo.
Sofrer por amor? Isso não é amor!
As pessoas da minha idade sofrem por terem perdido o carinho dum rapaz ou duma rapariga a quem chamam namorados(as) mas, para mim, são simples amigos que precisam de atenção uns dos outros. Penso que nós só saberemos amar quando o amor nos bater à porta. O amor não é um sentimento obrigatório. Surge como o vento repentino. 
Há tantas frases, tantas palavras, tantos textos para dizer o que é amor, mas esse sentimento tem de vir de dentro de nós e de ser sentido espontaneamente. 
Mas, o verdadeiro amor é o dos pais pelos filhos. Nós, filhos, daríamos o mundo por eles. Eles são as nossas bases, são os nossos cobertores quentes no inverno, são o sol que faz brilhar o nosso dia, a lua e as estrelas que iluminam a nossa noite.

 Texto livre de uma aluna do 7ºC

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

NOVO DESAFIO - COMENTÁRIO CRÍTICO

O que pensas desta frase de José Saramago?

Um comentário crítico é um texto onde podes dizer o que pensas sobre o tema e se concordas ou discordas das ideias levantadas pelo autor. Deves dizer quais são os pontos mais importantes e acrescentar algo ao tema, de forma original, com um sugestão, uma crítica ou experiência pessoal. 
Para fazeres um bom comentário crítico deves ter em conta os seguintes pontos:
  1. Identificação dos problemas tratados;
  2. Enquadramento teórico/histórico/temático;
  3. Relação estabelecida com outros problemas/temas;
  4. Avaliação da pertinência e do rigor do texto que está a ser comentado;
  5. Redação dos argumentos a usar em frases com princípio, meio e fim para que se compreenda claramente a argumentação.

sábado, 1 de novembro de 2014

BIBLIOTECA ESCOLAR: UM MAPA DE IDEIAS

A turma 7ºB também respondeu ao desafio: biblioteca escolar é um mapa porquê? Depois de uma chuva de ideias, surgiu o texto:
"Assim como um mapa, a biblioteca orienta e dá cultura. Ela é uma fonte de informação. Nela procuramos as coordenadas para encontrarmos a direção correta e chegarmos ao destino, vivendo aventuras e descobrindo novos caminhos. 
A biblioteca leva-nos a viajar por rios e oceanos, por vales e montanhas, por países e continentes e permite-nos observar o mundo. 
Na biblioteca, localizamos as ideais dos outros o que nos dá saber.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

BIBLIOTECA ESCOLAR: UM MAPA DE IDEIAS

A turma 8ºA foi à BE para debater o tema "BE: um mapa de ideias", no âmbito da comemoração do Mês Internacional da BE. 
Depois de uma "chuva de ideias" a partir da palavra MAPA, surgiram frases de vários alunos que, reunidas, deram este texto:
"A criatividade é uma estrada que temos de percorrer. Se queremos aprender e evoluir, temos de atravessar pontes para encontrarmos os caminhos da cultura. 
 No mundo da informação, a navegação deve obedecer a coordenadas rígidas para chegarmos ao destino - o saber - sem nos perdermos.
É na biblioteca que encontramos um oceano de ideias; ela ajuda-nos a localizá-las, organiza-nos o pensamento e orienta-nos para chegarmos ao conhecimento."

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PRÉMIOS NOBEL 2014

Caros alunos:
Ficaram conhecidas as pessoas que ganharam os Prémios Nobel da Literatura e Nobel da Paz, em 2014. São elas, respetivamente, Patrick Modiano e Malala juntamente com Kailash Satyarthi.
Desafio-vos a procurarem saber mais sobre estas pessoas que, neste momento, são destaque, e a redigirem uma pequena biografia sobre elas, a incluir no portefólio (setor, os meus textos).